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Camiseta V Egito 001

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História do Egito Antigo

 

O Egito Antigo foi uma das mais importantes civilizações da Antiguidade. Formado a partir da mistura de diversos povos, a população era dividida em vários clãs, que se organizavam em comunidades chamadas nomos. Estes funcionavam como se fossem pequenos Estados independentes.

Por volta de 3500 a.C., os nomos se uniram formando dois reinos: o Baixo Egito e o Alto Egito. Posteriormente, em 3200 a.C., os dois reinos foram unificados por Menés, rei do alto Egito, que tornou-se o primeiro faraó, criando a primeira dinastia que deu origem ao Estado egípcio. Começava um longo período de esplendor da civilização egípcia, também conhecida como a era dos grandes faraós.

 

No topo da sociedade encontrava-se o Faraó e sua imensidão de parentes.

Abaixo do faraó e de sua família vinham as camadas privilegiadas como sacerdotes, nobres e funcionários. Na base da pirâmide social egípcia estavam os não privilegiados que eram artesãos, camponeses, escravos e soldados. Os escribas estavam a serviço do Estado para planejar, fiscalizar e controlar a economia. Por isso, sabiam ler e escrever e eram eles que anotavam os feitos do faraó durante o seu reinado. Estes textos seriam colocados nos seus túmulos quando morressem.

 

Na sociedade egípcia, as mulheres tinham uma posição de prestígio. Podiam exercer qualquer função política, econômica ou social em igualdade com os homens de sua categoria social. Isto significava, inclusive, que poderiam ser faraós, como foi o caso de Cleópatra.

Na medicina, os egípcios escreveram vários tratados sobre remédios para cura das doenças, cirurgias e descrição do funcionamento dos órgãos, também existiam os médicos especialistas e seus ajudantes, equivalentes aos atuais enfermeiros.

 

Desenvolveram a escrita pelos hieróglifos. Estes eram figuras de animais, partes do corpo ou objetos do cotidiano que era utilizado para registrar a história, os textos religiosos, a economia do reino, etc. E ela se dividiu em 3 partes

Hieroglífica – a escrita sagrada dos túmulos e templos; a mais antiga, anterior a 3000 a.C., composta por mais de 600 caracteres.

 

Hierática – uma simplificação da hieroglífica. Seu uso estava ligado à religião e ao poder;

Demótica – era a escrita popular, formada por cerca de 350 sinais, usada nos contratos redigidos pelos escribas.

 

Já a arquitetura foi profundamente marcada pela religiosidade, as construções voltaram-se principalmente para a edificação de grandes templos como os de Karnac, Luxor, Abu-Simbel e as célebres pirâmides de Gizé, que serviam de túmulos aos faraós, entre as quais se destacam Quéops, Quéfren e Miquerinos.

 

A pintura egípcia tinha como característica marcante a Lei da Frontalidade, pois representava o corpo de frente, mas a cabeça estava sempre de perfil, caso o retratado estivesse de pé. No entanto, se estivesse sentado, tanto o corpo como a cabeça estariam de perfil. Pintavam-se as paredes dos palácios, templos e especialmente, as tumbas destinadas aos faraós.

 

A escultura egípcia, de grande porte, retratava as esfinges, criaturas fantásticas, deuses e faraós. Merece atenção as obras de pequeno tamanho como os sarcófagos, de pedra ou madeira, nos quais os artífices procuravam reproduzir as feições do morto, para ajudar a alma a encontrar o corpo. Alguns, inclusive, chegaram a incrustar pupilas de cristal nos olhos.

Atingiu seu auge no Império Novo (1550–1069 a.C.), uma era cosmopolita na qual, graças às campanhas militares do faraó Tutemés III, foi dominado por uma sucessão de potências estrangeiras neste período final. O governo dos faraós terminou oficialmente em 30 a.C., quando o Egito caiu sob o domínio do Império Romano e se tornou uma província, após a derrota da faraó Cleópatra (r. 51–30 a.C.) na Batalha de Alexandria, travadas entre as forças de Júlio César, que apoiava Cleópatra VII, contra as forças de Arsínoe IV e Ptolemeu XIII em Alexandria, no Egito Ptolemaico.

Lista dos 10 Faraós mais importantes:

1. Hatshepsut (1507 – 1458 aC)

2. Tutmés III (1481 aC – 1425 aC)

3. Ramsés II (1303 aC – 1213 aC)

4. Amenhotep III (1391 aC – 1353 aC)

5. Tutancâmon (1341 aC – 1323 aC)

6. Xerxes I (519 – 465 aC)

7. Akhenaton (por volta de 1380 aC – 1334 aC)

8. Djoser (2686 aC – 2649 aC)

9. Khufu (2589 aC – 2566 aC)

10. Cleópatra VII (69 aC – 30 aC)

 

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